11 de setembro, 6ª. Feira

Escrito em 11/09/2026
União Bíblica


Romanos 15:1-7

Pensar mais no próximo do que em si mesmo

1Nós que somos fortes na fé devemos suportar as fraquezas dos que não são como nós, sem procurarmos o que nos é agradável. 2Cada um de nós deve agradar ao seu próximo naquilo que for bom para o fortalecer na fé. 3Pois também Cristo não procurou o que lhe era agradável. Pelo contrário, aconteceu com ele o que diz a Escritura: Os insultos daqueles que te insultavam caíram sobre mim. 4E tudo o que está na Sagrada Escritura foi escrito para nosso ensinamento, a fim de termos esperança por meio da paciência e da coragem que nos vêm da mesma Escritura. 5Que Deus, de quem vêm a paciência e a coragem, vos dê harmonia de sentimentos uns para com os outros, seguindo o exemplo de Jesus Cristo. 6E isto para que todos em conjunto e a uma só voz deem louvores a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Todos os povos louvarão a Deus

7Portanto, aceitem-se uns aos outros como Cristo vos aceitou para glória de Deus

A BÍBLIA para todos, Tradução Interconfessional © Sociedade Bíblica de Portugal, 1993, 2009.

Comentário:

Liderar é servir

Jesus mostrou-nos que liderar não é estar acima dos outros — é estar disponível para os outros. Ele é o nosso maior exemplo de um líder que serve, ama e coloca o próximo em primeiro lugar.

A maturidade cristã não se mede apenas pelo quanto sabemos, mas sobretudo pelo que fazemos com aquilo que sabemos. Podemos conhecer muito da Bíblia, ouvir muitas mensagens e ter respostas para quase tudo… mas, se esse conhecimento não se transforma em amor, paciência, serviço e cuidado pelo outro, fica apenas “guardado na biblioteca da nossa mente”.

Paulo lembra-nos que devemos procurar o bem do próximo, para o edificar. É aí que a nossa fé ganha vida: quando usamos aquilo que aprendemos para levantar alguém, encorajar, perdoar, servir e trazer unidade.

A verdadeira sabedoria não está em pensar que sabemos tudo. Está em reconhecer que ainda temos muito para aprender e, acima de tudo, em obedecer a Deus com aquilo que já sabemos.

Jesus não viveu para fazer apenas o que Lhe agradava. Viveu para amar e servir. E quando seguimos esse caminho, Deus transforma a nossa maneira de tratar os outros. O serviço deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma resposta natural ao amor que recebemos de Cristo.

É assim que nos tornamos instrumentos de paz: não quando tentamos mostrar o quanto sabemos, mas quando mostramos o quanto somos capazes de amar.

Para pensar:  Se amanhã ninguém soubesse o quanto conheces sobre Deus, mas apenas pudesse ver a forma como tratas as pessoas… o que é que a tua vida diria sobre Jesus?



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