1 Samuel 31:1-7
Saul e os seus filhos morrem na guerra
Os filisteus atacaram Israel no monte de Guilboa. Os israelitas puseram-se em fuga, mas muitos deles foram mortos pelos filisteus. Os filisteus perseguiram Saul e os seus filhos e entre estes mataram Jónatas, Abinadab e Malquichua. Depois concentraram o peso do ataque contra Saul. Os arqueiros encontraram-no e feriram-no gravemente. Perante isto, Saul disse ao seu escudeiro: «Desembainha a tua espada e atravessa-me com ela, para que não sejam estes pagãos a matar-me, gabando-se do que fizeram.» Mas o escudeiro não quis fazê-lo, porque tinha muito medo. Saul pegou então na espada e lançou-se em cima dela. E quando o escudeiro viu que Saul estava morto, fez o mesmo que Saul e morreu com ele. Assim morreram naquele dia Saul, os seus três filhos, o seu escudeiro e todos os seus homens. Quando os israelitas, que habitavam no outro lado do vale e na Transjordânia, viram que o exército de Israel tinha sido derrotado e que Saul e os seus três filhos tinham sido mortos, abandonaram as cidades e fugiram também. E os filisteus vieram ocupá-las.
A BÍBLIA para todos, Tradução Interconfessional © Sociedade Bíblica de Portugal, 1993, 2009.
Comentário:
A grande batalha
Nem tudo termina como gostaríamos. Podemos olhar para esta passagem e considerar que, depois de tudo, foi o castigo justo para Saul. “Amor com amor se paga” ou, retirando a ironia, “maldade com maldade se paga”. Mas existe um pormenor, subtil, que tem que nos fazer repensar a nossa análise: Jónatas. Se, daquilo que sabemos, poderíamos considerar a morte de Saul justa, o mesmo não se pode dizer da morte de Jónatas. Jónatas confiou, colocou-se perante Deus e amou genuinamente. Então… porquê? Porque a derradeira batalha não é esta e já foi vencida: Jesus venceu a morte, não nós.
Então o pedido é: “Deus, dedico-me a Ti, certo de que o Teu amor me garante a vitória!”.
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