Terça, 28 de abril, devocional do Pão do Céu

Escrito em 27/04/2026
União Bíblica


Josué 20:1-9

Cidades-refúgio

(Números 35,6–34; Deuteronómio 4,41–43; 19,1–13)

1O Senhor ordenou a Josué: 2«Diz aos israelitas que escolham cidades para refúgio, conforme eu mandei por meio de Moisés. 3Se alguém matar involuntariamente uma pessoa, poderá refugiar-se numa dessas cidades, para se proteger daqueles a quem compete exercer vingança. 4Para isso, ao chegar à porta da cidade onde se vai refugiar, explicará aos chefes dessa cidade o que aconteceu. Eles deverão acolher essa pessoa e indicar-lhe um lugar para habitar. 5Se o parente da vítima encarregado de se vingar for lá persegui-lo, os chefes da cidade não entregarão o refugiado, pois matou alguém sem querer e não por mal. 6Mas o refugiado deverá ficar naquela cidade até comparecer diante do povo reunido, para ser julgado, depois da morte do sumo sacerdote em exercício naquela altura. Só então poderá voltar para a sua casa e cidade donde tinha fugido.» 7Escolheram então as seguintes cidades-refúgio: Cadés, na Galileia, na montanha de Neftali; Siquém, na montanha de Efraim; Quiriat-Arbá, ou seja, Hebron, na montanha de Judá. 8Para lá do Jordão, a oriente de Jericó, escolheram, no planalto desértico, a cidade de Becer da tribo de Rúben. Na região de Guilead, escolheram Ramot da tribo de Gad e, nas terras de Basã, escolheram Golã, que pertencia à tribo de Manassés. 9Foram estas as cidades-refúgio escolhidas para os israelitas e estrangeiros que vivessem no meio deles. Lá se poderia refugiar todo aquele que matasse alguém involuntariamente. Assim não seria morto por aqueles a quem competisse exercer vingança, antes de comparecer diante do povo em assembleia.

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Comentário:

A terra havia sido conquistada e distribuída pelas tri­bos. Agora era tempo de estabelecer boas condições para o povo, conforme as indicações que o Senhor ha­via dado a Moisés, Seu servo. Cidades de refúgio, dis­tribuídas por toda a terra, para os homicidas por erro se poderem proteger, para evitar vinganças. O abrigo durava até que se fizesse juízo na congregação, ou que o Sumo Sacerdote morresse, então ficaria livre. Isto é algo semelhante à morte do nosso Sumo Sacerdote, o Senhor Jesus, que morreu na cruz, para que todo o que crê seja livre do pecado.



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