1Ao diretor do coro. Poema da coleção de David, recordando a ocasião em que ele se escondeu de Saul numa caverna. 2Tem compaixão de mim, ó Deus, tem compaixão, porque em ti busco proteção. Quero abrigar-me debaixo das tuas asas, até que o perigo tenha passado. 3Invocarei Deus, o Altíssimo, Deus que me dá tudo aquilo de que eu preciso. 4Que ele me envie do céu o seu auxílio e me salve dos que procuram destruir-me; que Deus envie o seu amor e a sua verdade. 5Estou rodeado por inimigos,
que são como leões dispostos a devorar seres humanos; os seus dentes são como lanças e flechas e a sua língua, como uma espada afiada. 6Ó Deus, mostra nos céus a tua grandeza e na terra o teu poder! 7Puseram uma armadilha no meu caminho para me fazerem cair; cavaram um fosso diante de mim, mas foram eles que nele caíram. 8O meu coração está decidido, ó Deus, decidido a cantar-te hinos.
9Ó minha alma, desperta! Despertem harpa e lira! Quero hoje despertar a aurora! 10Dar-te-ei graças, entre os povos, ó Senhor, cantar-te-ei salmos entre as nações. 11O teu amor é tão grande que chega até aos céus e a tua lealdade alcança o infinito. 12Ó Deus, mostra nos céus a tua grandeza e na terra o teu poder!
O rei David, no meio de uma grande aflição, busca a preciosa ajuda de Deus. Que contraste com os demagogos que dizem que se aceitarmos Jesus a vida ficará mais fácil. Quantas dificuldades passaram Abraão, Moisés, Daniel, Paulo e o Senhor Jesus?
Como é que alguém se atreve a pregar outro Evangelho? “Nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Porém para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.” (I Coríntios 1:23-24)