1 O espírito do rei é como um ribeiro, que a mão do Senhor dirige para onde quer. 2 Ao homem, parece-lhe bem tudo o que faz, mas o Senhor é quem julga as intenções. 3 A prática da justiça e da retidão é mais agradável ao Senhor do que as ofertas. 4 Olhar com altivez e ter um coração soberbo, assim como a ambição dos ímpios, são considerados pecado. 5 Os planos de pessoas diligentes levam à abundância, enquanto a precipitação traz pobreza. 6 Tesouros obtidos por meio da mentira são vaidade passageira e conduzem à morte. 7 A violência dos ímpios os leva à ruína porque se recusam a praticar a justiça. 8 O caminho do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão. 9 É melhor viver isolado num canto do terraço do que conviver com uma mulher impertinente. 10 A alma do ímpio deseja o mal, e ele não encontra favor nem mesmo de seus amigos. 11 Quando o zombador é punido, o simples se torna sábio; quando o sábio é advertido, ele adquire conhecimento. 12 O justo observa a casa do ímpio e leva os maus à desventura. 13 Quem ignora os pedidos de ajuda do pobre não será ouvido quando clamar por socorro. 14 Um presente oferecido secretamente apaga a raiva, e uma oferta oculta acalma um furor violento.
Os provérbios continuam a ser muito importantes para os nossos dias e, às vezes, quando os leio, sinto que são um tipo de balança, porque neles vemos uma comparação entre aqueles que seguem o Senhor e os que não O seguem. Um exemplo nesta grande balança da vida é o v. 5, onde lemos que os pensamentos do diligente tendem à abundância, mas aqueles que fazem tudo com pressa resultam em pobreza. Portanto, considere com cuidado as instruções aqui e obedeça à Palavra do Senhor, porque é Ele que sonda os nossos corações (v. 2).