1Jesus foi depois para o Monte das Oliveiras. 2No dia seguinte, de madrugada, voltou ao templo e toda a gente foi ter com ele. Jesus sentou-se e começou a ensinar. 3Entretanto, os doutores da lei e os fariseus levaram-lhe uma mulher apanhada em adultério. Colocaram-na no meio do povo 4e disseram a Jesus: «Mestre, esta mulher foi apanhada a cometer adultério. 5Moisés, na lei, mandou-nos apedrejar tais mulheres até à morte. E tu, que dizes?»
6Eles puseram-lhe esta questão, porque queriam apanhá-lo em falso para depois o acusarem. Jesus, porém, inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo. 7Mas como continuavam a interrogá-lo, levantou-se e disse-lhes: «Aquele de entre vós que nunca pecou, atire-lhe a primeira pedra.» 8Jesus inclinou-se novamente e continuou a escrever no chão. 9Ao ouvirem estas palavras, foram saindo dali um a um, a começar pelos mais velhos, e só lá ficou Jesus e a mulher ao pé dele. 10Jesus então levantou-se e perguntou-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?» 11«Ninguém, Senhor!», respondeu ela. «Também eu te não condeno», disse Jesus. «Vai-te embora e daqui em diante não tornes a pecar.»]
Quantas vezes és rápido a acusar os outros, mas lento a identificar os teus defeitos, querido leitor? O Senhor Jesus dá-nos uma lição incrível de humildade que nos ajuda a saber como agir. Esta mulher cometera um pecado com consequências visíveis aos olhos de todos. A própria Lei de Deus condena isso com o objetivo de manter a integridade e pureza do Seu povo (cf. Dt. 22:22-24). No entanto, perante a ousadia de tentarem encurralar Jesus, a Sua reposta foi, claramente, de Mestre. Vemos que todos os que se achavam melhor do que esta mulher, saíram, um por um, quando confrontados com o pecado das suas próprias vidas.
Para agir: não sejas apenas juiz de outros, mas “vai e não peques mais”.