14Elas puseram-se outra vez a chorar. Então Orpa despediu-se da sogra com um beijo, mas Rute ainda se apegou mais a ela. 15Por isso, Noémia disse-lhe: «Rute, a tua cunhada voltou para o seu povo e para o seu deus; vai também com ela.» 16Rute, porém, respondeu: «Não me obrigues a deixar-te, e a separar-me de ti. Eu irei para onde fores, viverei onde viveres. O teu povo será meu povo e o teu Deus será meu Deus. 17Morrerei onde morreres, aí serei sepultada. Que o castigo do Senhor caia forte sobre mim, se alguma coisa, mesmo a morte, me separasse de ti.» 18Então Noémia viu que Rute estava mesmo decidida a ir com ela e não lhe falou mais no assunto. 19E lá foram as duas para Belém. Ao chegarem, toda a cidade ficou em alvoroço e as mulheres perguntavam: «Não é esta a Noémia?» 20Noémia respondeu-lhes: «Não me chamem Noémia, chamem-me Mara, porque o Todo-Poderoso tem-me dado uma vida cheia de amargura. 21Quando saí daqui, levava abundância, mas o Senhor fez-me voltar de mãos vazias. Por que me chamam Agradável, se o Senhor, todo-poderoso, se voltou contra mim e me tem afligido tanto?» 22Foi assim que Noémia regressou de Moab, acompanhada de Rute, sua nora moabita. E chegaram a Belém, quando a colheita da cevada estava a começar.
Este foi o ponto de viragem da vida de Rute. Ao casar, Rute conheceu um modo de vida bem diferente do que tinha em casa dos pais. No momento em que esta jovem mulher decide optar por viver com o povo de Deus, decide também abandonar os ídolos da sua família. Ela já sabia o que significava: adorar e servir ao Deus de Israel. E isso, ela não estava disposta a trocar por coisa nenhuma, por mais aliciante que fosse.
Para pensar: Ao aceitar Jesus como meu Salvador, tornei-me parte do povo de Deus. Sem Ele, sei que não terei a vida eterna. Que opções de vida me fariam virar-Lhe as costas?
FALA COM DEUS e pede-Lhe que firme as tuas convicções acerca da fé em Jesus.