Quinta, 24 de setembro

Escrito em 23/09/2026
União Bíblica


Atos 27:1-7,12

Paulo embarca para Roma

1Quando ficou resolvido que devíamos embarcar para Itália, entregaram Paulo e outros presos a um oficial romano chamado Júlio, que pertencia ao «Batalhão do Imperador». 2Embarcámos num navio do porto de Adramítio que ia para os portos da província da Ásia. Estava também connosco Aristarco que era de Tessalónica, cidade da Macedónia. 3No outro dia, chegámos ao porto de Sídon. Júlio tratava Paulo com muita bondade e deu-lhe autorização para ir ver os seus amigos e receber deles aquilo de que precisasse. 4Depois de sairmos de Sídon, navegámos ao norte da ilha de Chipre, porque os ventos eram contrários. 5Passámos em frente da costa da Cilícia e da Panfília e chegámos a Mira, cidade da Lícia. 6Nesse porto, o oficial romano encontrou um navio da cidade de Alexandria, que ia para a Itália, e fez-nos embarcar nele. 7Navegámos muito devagar durante vários dias e foi com grande esforço que chegámos perto de Cnido. Mas como o vento não nos deixava seguir aquela direção, fizemos rumo para o sul da ilha de Creta, passando em frente do Cabo Salmona.

12O porto não tinha condições para lá se passar o inverno, por isso a maioria achava que devíamos sair dali e tentar chegar à cidade de Fenice, que é um porto de Creta com uma parte virada a sudoeste e outra a noroeste, para ali passarmos o inverno.

A BÍBLIA para todos, Tradução Interconfessional © Sociedade Bíblica de Portugal, 1993, 2009.

Comentário:

Confia em Deus

Paulo é levado de navio para a Itália, acompanhado por outros presos, mas a viagem começa com dificuldade por causa dos ventos contrários. Mesmo no meio das incertezas, o centurião trata Paulo com humanidade e em Sidon permite-lhe receber ajuda dos amigos. Quando a navegação se torna perigosa, Paulo avisa o centurião que a viagem pode trazer grandes perdas, mas a sua opinião não foi tida em conta, pois confiou mais no piloto e no mestre do navio.

Para Agir: Em situações difíceis não é fácil de ouvir os outros. Deus usa as pessoas no cumprir o seu plano e temos de estar atentos à nossa volta, estarmos sensíveis para quem nos alerta para o caminho certo. Precisamos de sabedoria e de prudência.



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